Pain de Mie (Pão para o dia a dia)

Esse pão fica parecido com o que costumamos chamar de “pão de minuto”. Minha mãe havia me ensinado uma receita de massa bem parecida – o famoso “pão recheado” dela. Como a massa leva leite e manteiga, o pão fica bem macio, fofinho.

Em francês, “mie” significa miolo. Diferentemente de todos os outros pães do livro, é um pão que não deve ficar cascudo, mas bem fofo e quase sem casca, pois o miolo é o que importa.

Pela primeira vez no desafio, utilizei fermento fresco. E achei que fez diferença. Não sei por que, mas o cheiro do fermento fresco faz com que o meu momento “pãoterapia” seja mais especial. Acho que dificilmente utilizarei fermento seco (de saquinho) daqui pra frente, a não ser que a receita peça. Neste momento, consigo ouvir a voz da Dna. Heloisa: – “mas eu sempre disse que fermento fresco era melhor, filha!” Tá bom, mãe… você tinha razão (pra variar).

 

Bom, fiz a massa padrão, mas adicionei leite e manteiga. Além disso, encorpei a massa com 10 gramas de farinha de glúten. Apesar de ter utilizado farinha italiana (não era Colavita), a quantidade de proteína era muito baixa (cerca de 10%… o mesmo percentual que a maioria das farinhas nacionais). Conclusão: demorei MUITO para conseguir o ponto do pão; a massa ficou molenga demais… quase deu vontade de desistir. E olha que tive esse trabalhão mesmo utilizando a farinha de glúten.

Bom, segui todos os passos para trabalhar a massa, de acordo com a técnica do Bertinet, e depois fiz uma bola, que ficou descansando no micro-ondas desligado.

Depois, derramei a massa sobre a bancada. Estava bem bonita.

 

Cortei a massa em dois pedaços iguais e moldei cada um deles em formato de filão. E acomodei os bebês em fôrmas untadas com um pouco de manteiga (apesar de serem antiaderentes – não quis arriscar).

 

Deixei os filões crescendo por uma hora.

No livro, o Bertinet fala para ficar de olho neles, porque podem crescer demais enão podem ultrapassar o topo da fôrma. Isso não aconteceu.

Então, coloquei as assadeiras direto na pedra de assar, no forno já pré-aquecido, onde ficaram por cerca de uma hora.

 

Ficaram com uma cor linda!!! E super macios, com casca bem fininha.

Então, resolvi seguir o conselho do Bertinet: preparei o verdadeiro Croque Monsieur para meu marido amado, como lanchinho numa tarde chuvosa no sábado. Segui a receita que está na página 64 do livro.

Gente, ficou igualzinho ao que a gente come na França! Recomendo!

Foto de publicação!

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